terça-feira, 22 de julho de 2008

Padé

Padé é bom. Só quem quendou sabe. Porém é como a regra da crase: uma regra e 132 exceções: o padé em si vem com muito talco, muita farinha de trigo e pó de mármore, pelo menos da Terra de Santa Cruz. É manipulado por gente que não sabe fazer um ó como o cu sujo, mas sabe operar uma submetralhadora. Às vezes entra nas buathyys na buceta de rashas desclassificadas e geralmente é cheirado em banheiros xexelentos em notas de 10 real manipuladas por sub-gente. Pior impossível.
Claro que se fosse preparada num lab esterilizado, viesse em uma bandeja de prata, separado em carreiras pelas minhas mucamas e aspriados em canudos de marfim, em uma sauna privé cheia de efebos, seria uma outra experiência.

Um comentário:

Shadow disse...

Might be possible at £200 a gram.